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2012 Cama de Gato, Tecidos atrelados aos fatos, histórias cantadas e novas propostas...
16Jan2012 16:55:17
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Amigos, começaremos o Ano de 2012 com as nossas novas propostas.

A vida flui e assim como a água, fluiremos entre os tecidos coloridos atrelados aos fatos e cantigas.

Nossas próximas atividades em festas, psicomotricidade, e as histórias cantadas com novidades!!

Desejo a todos: muita felicidade, amor e paz.

Confiram as fotos no link:

 Gisele Santana

Email de contato:

grupoconto_cena@yahoo.com.br



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Artes Integradas em Janeiro de 2012 nas férias das Crianças
27Dez2011 18:33:29
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 Artes Integradas na Tijuca e Barra da Tijuca, 2 Manhãs, 2hs por dia.

Ola, amigos aguardo seus filhos por lá!



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Véspera de Natal (ou A visita de São Nicolau ou Papai Noel)
18Dez2011 16:53:17
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 Véspera de Natal (ou A visita de São Nicolau ou Papai Noel)

Era véspera de Natal, e a casa dormia
Nem mesmo um camundongo por ela se movia
As meias, na chaminé, esperavam, de leve
Que São Nicolau chegasse em breve

As crianças dormiam entre quentes cobertas
Sonhando com os doces que viriam na certa
E eu e a mamãe, de lenço e boné
Ressonávamos tranqüilos, noite afora até

Que um estrondo lá fora chamasse a atenção.
Levantei-me para ver qual era a confusão.
Como um relâmpago corri para a janela
Abri as persianas, a cortina que velai

a Lua que reluzia sobre a neve recente
Iluminava a cena como um sol nascente
E diante dos meus olhos surgiram, repentinos,
Oito renas minúsculas e um trenó pequenino

Com um velho à rédea, feliz e com pique
Logo tive a certeza de que era São Nick
Rápido como uma águia, o trenó voava
E ele, entre assobios, cada rena chamava

“Vamos Dasher, vamos Dancer, vamos Prancer e Vixen!
Vamos Comet, vamos Cupid, vamos Donner e Blitzen!
Por sobre a varanda e por sobre o telhado!
Voando, voando, por todos os lados!”

E como folhas secas ao vento do furacão
Que não respeitam barreira à sua ascensão
As renas voavam casa acima, pelo céu
Puxando o trenó, brinquedos e Noel

E depois eu ouvi, por sobre o telhado
Os cascos se movendo em tom ritmado
E quando fechei a janela e me virei para olhar
Da chaminé percebi São Nicolau saltar

Vestido de peles, dos pés à cabeça
Coberto de pó e de fuligem espessa
Ele trazia às costas brinquedos variados
Como um vendedor chegando ao mercado

Seus olhos brilhavam, e seu rosto sorria
Na face rosada o nariz reluzia
Sua boca se abriu em um sorriso breve
E a barba em seu queixo era branca como a neve

O homem trazia um cachimbo entre os dentes
E a fumaça cercava seu rosto sorridente
Seu rosto pequeno e barriga arredondada
Se moviam como gelatina quando ele dava risada!

Tão gorducho e redondo, o alegre pequenino
Que sorri sem nem notar, ao vê-lo, ladino,
Me fazer um sinal, uma leve piscada,
Indicando situação nada arriscada

E sem uma palavra ele fez seu trabalho,
Enchendo as meias, e girando no assoalho
Ergueu um dedo em sinal de despedida
E pela chaminé procurou a saída

Saltou ao trenó, com um forte assobio,
E saíram aos ares com um rodopio
Mas o ouvi exclamar, no momento final
“Meu boa noite a todos, e um feliz natal”.


Clement Mark Moore (1779-1863) escreveu o poema “A Véspera de Natal”, também conhecido como “Uma Visita de São Nicolau”, em 1822. Este texto redefiniu a visão do Natal e de Papai Noel. Antes da sua criação, São Nicolau nunca havia sido associado a renas e trenós. Uma amiga da família de Moore teria enviado uma cópia do texto ao jornal “New York Sentinel”, que o publicou em 23 de dezembro de 1823, respeitando a condição imposta pelo autor: a de que ele se mantivesse anônimo. Apenas em 1844, Moore assumiu a autoria do poema, publicando-o em uma antologia (imagem clickgrátis).



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Curso de Férias 4a e 6a feiras Manhãs, na Barra da Tijuca.
11Dez2011 11:57:32
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 Amigos aguardo o contato.

Crianças, Boas férias!



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"Maria Sorriso e os Microorganismos" e "Os Brinquedos Mágicos"
09Dez2011 09:10:39
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  Grupo Conto & Cena       Srs Pais

 

Gostaria de informar que a aula aberta será sexta-feira do dia 9/12/2011.

No horário de 12:50h.

“Maria Sorriso e os Microorganismos” e “Os Brinquedos Mágicos”.

As crianças e seus personagens deverão vir com as suas fantasias.

 

Sofi – Menina Borboleta

Lucas Veras - Menino Herói

Anna Queiroz e Maria Luisa - Sereias

Alice Mesquita e Valentina Franco – Irmãs

Alice Barbosa – Borboleta

Maria Clara – Bromélia

Julia e Maria Fernanda - Camponesas

Artur Reis - Tigre

Gabriel Crespo - Águia

Bruno, Davi e João – Animais amigos da floresta

Letícia, Sienna e Sofia - Princesas

 Agradeço

Professora:Gisele Lemos

(21 92007678)

Email: grupoconto_cena@yahoo.com.br 

 

(foto de aula no ensaio geral)



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Prêmio Arte na Escola Cidadã
08Dez2011 11:18:00
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 Amigos, apresento o meu certificado, ser finalista é bom!

Recebi junto, um maravilhoso Caderno de Literatura Brasileira, com memórias de Ferreira Gullar, do Instituto Moreira Salles.  

Assim, vou compartilhar também o meu prazer: ler.  

Transcrevo um lindo poema.

 

"Caminho não há

Mas os pés na grama

os Inventarão"

Ferreira Gullar.

 

 



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As Renas de Papai Noel (Conto de Natal)
06Dez2011 11:33:02
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As Renas de Papai Noel

Conta-se que certa vez, no dia das Bruxas, que a Bruxa Catavento cansada das festas Natalinas, resolveu prender o Papai Noel numa armadilha em sua cabana no meio da floresta.

Com a proximidade do Natal e como Papai Noel havia sumido e ninguém sabia onde encontrá-lo, as Renas de Papai Noel resolveram procurá-lo de maneira incansável.  Elas iriam dar voltas ao Mundo todo até achá-lo para o dia de Natal que já se aproximava.

As Crianças não poderiam ficar sem ele no Natal.

Procuravam nas praias cariocas e foram ao Cristo Redentor.

Depois voaram para as montanhas de Minas Gerais onde beberam um bom café.  E na Bahia comeram acarajé e conversaram com os búfalos.

No frio da Argentina dançaram tango.  E no Mar do Uruguai viram as focas marinhas, e no Chile subiam e desciam montanhas.

Para depois atravessarem o oceano e voarem pelo deserto do Saara.  Vistoriaram todo o continente Africano e depois a China.  Foram a Austrália e ao Japão. Pediram ajuda a todos os bichos e pessoas e com a utilização de novas tecnologias como o computador, pediram ajuda aos internautas.  Mas nada de Papai Noel aparecer ou alguma pista de onde poderiam encontrá-lo. 

Estiveram sobrevoando a Itália e comeram pizza.

Foram a Portugal e a Espanha.  Na Noruega, Dinamarca e França.  E ficaram meditando lá de cima da Torre Eifel, porque estiveram na Índia e aprenderam a ter calma e a meditar. 

Mas o tempo corria. E já se aproximava o Natal.  E nada de encontrarem o Papai Noel. Estavam tristes por jamais imaginarem um Natal sem a sua presença. 

As Cidades esperavam sua visita e todas iluminadas, o que simbolizava a esperança.

Um dia as Renas de Papai Noel ficaram sabendo por um email recebido pela Bruxa Boa, que ele teria sido capturado pela Bruxa Cataventos que detestava o Natal.  Então elas partiram imediatamente em disparada para a Floresta Gelada de Krainacoitian.  

Era lá nas Montanhas distantes que ela morava. 

E viram numa penumbra terrestre os vestígios da Luz azul avermelhada, e era este o local.  Só poderia ser a casa da Bruxa Catavento Má com a sua magia contagiante.

Combinaram que bateriam em diversos lugares:

Nas duas portas, nas quatro janelas e em momentos diferentes.

Esse era o plano. 

A Bruxa era uma só, e assim, ficaria atordoada com tantas batidas de cascos ao mesmo tempo, em portas e janelas, as seis Renas já sabiam que ela não gostava de muito barulho.  

E a Bruxa Catavento ouviu baterem à porta e perguntou:

_ Quem está ai? Não vou abrir a porta!

_ Quem está ai? Não vou abrir a janela!

E as seis Renas batiam sem parar, na porta, na janela, na outra porta, na outra janela, com seus cascos duros fazendo muito barulho, até ficar insuportável o barulho até mesmo para uma Bruxa má!

E a Bruxa Catavento abriu a porta e já foi correndo abrir a janela da esquerda, porque já tinham barulhos de cascos de Rena por lá!  E depois na janela da direita, as Renas eram ágeis e incansáveis, batiam seus cascos sem parar!

E assim uma Rena, vestindo o manto invisível de Papai Noel, enquanto a Bruxa Catavento abria as janelas, libertou o Papai Noel do porão encantado. 

E quando a Bruxa percebeu, já estava ali sozinha, com todas as suas portas e janelas abertas.  De onde saíram: a Tartaruga, o Corvo, o Morcego, os Marimbondos, as Cobras, os Sapos e todos os bichos também fugiram.  Porque queriam neste ano, também comemorar o Natal. 

E a Bruxa Catavento ficou ali olhando o silêncio da casa solitária em que vivia. 

Papai Noel feliz e junto com as suas Renas, saiu gritando hohohoho!!

E foram comemorar mais um Natal alegre, com a festa da esperança e alegria para todos os seres do mundo.

_E a Bruxa? 

Ela descobriu que Papai Noel, mesmo ficando preso e triste, deixou para ela um presente de Natal encantado.  E quando ela abriu o pacote, encontrou pela primeira vez a felicidade que jamais tinha vivido.  Por descobrir o significado do Natal.  Ao receber um presente com o amor de Papai Noel, a Bruxa Catavento finalmente descobriu que o Natal significa: _ Amor e esperança pela vida e por todos os seres do planeta.

Fim 

 Gisele Santana, Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 2011.

 



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